bifurca


corpo-cidade e bifurcar

Enviado em 1 por bifurca em janeiro 27, 2010

Helena falou sobre a relação corpo-cidade: o quanto o projeto de espaço e as escalas formatam o olhar, o corpo…

olhar não mais de flaneur (Benjamin e Baudelaire), mas de  passagem (Augé) …

corpos não habitantes,

praças, aeroportos, quartos de hotel: espaços público-privados globalmente padronizados…

experiência movidas pelo hábito do “sem risco”, ”seguro e familiar…”

um pensar anestesiado… treinado, automatizado, controlado…

verso-reverso:

aqui o foco é bifurcar, desprogramar, despadronizar continuamente, gerar processos cognitivos, explorar potenciais corpo-espaciais dinâmicos

bifurcação me faz lembrar 6 passeios pelos bosques da ficção (Eco). Há vários tipos de bosques. Mas também há vários tipos de expedicionários: desde os ávidos por cruzar o bosque e encontrar seu fim, quanto os que “se perdem” por atrativos, “abduzidos” por estímulos.

eixos:pesquisa como projeto e processo de construção intencionada e “leitura”: de ideais a empíricas.

Uma resposta para 'corpo-cidade e bifurcar'

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  1. [...] http://bifurca.wordpress.com/2010/01/27/corpo-cidade-e-bifurcar/um corpo que não habita,. movido pelo hábito do sem risco ”seguro e familiar…” praças, [...]


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