corpo-cidade e bifurcar
Helena falou sobre a relação corpo-cidade: o quanto o projeto de espaço e as escalas formatam o olhar, o corpo…
olhar não mais de flaneur (Benjamin e Baudelaire), mas de passagem (Augé) …
corpos não habitantes,
praças, aeroportos, quartos de hotel: espaços público-privados globalmente padronizados…
experiência movidas pelo hábito do “sem risco”, ”seguro e familiar…”
um pensar anestesiado… treinado, automatizado, controlado…
verso-reverso:
aqui o foco é bifurcar, desprogramar, despadronizar continuamente, gerar processos cognitivos, explorar potenciais corpo-espaciais dinâmicos
bifurcação me faz lembrar 6 passeios pelos bosques da ficção (Eco). Há vários tipos de bosques. Mas também há vários tipos de expedicionários: desde os ávidos por cruzar o bosque e encontrar seu fim, quanto os que “se perdem” por atrativos, “abduzidos” por estímulos.
eixos:pesquisa como projeto e processo de construção intencionada e “leitura”: de ideais a empíricas.



em janeiro 27, 2010 em 6:38 pm
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